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Vovó de 70 anos é guild master em uma das guilds mais fortes do WOW
Caraca galera, essa notícia é um pouco bizarra, estou transcrevendo na íntegra.
Em World of Warcraft a guilda Spartans, no Reino Dalaran-US, tem como líder (guild master) o personagem Marthazon uma Gnome Mage com iLevel 394 que empunha a legendária Dragonwrath, Tarecgosa’s Rest um presente para ela do restante de sua guilda. Na vida real, além de Marthazon ser realmente uma mulher liderando uma guilda existe um outro fato ainda mais curioso: Ela tem 70 anos de idade.
Lia “O Senhor dos Anéis” para seus três filhos na hora deles dormirem, e sempre gostou do gênero medieval fantástico, na literatura e no cinema. Logo que World of Warcraft foi lançado, uma de suas filhas hoje com 33 anos começou a jogar e a insistir para que a Mãe experimentasse, pois sabia que ela iria amar o jogo. E foi assim que, após um curto período jogando na Horda com a filha, criou Marthazon na Aliança, em janeiro de 2005, seu personagem principal até hoje.
Entrou para a Spartans quando Marthazon estava no nível 15, sua guilda era de nível baixo e aos poucos fizeram todas as dungeons do jogo. Mas ao entrar pela primeira vez em Molten Core Raid de level 60 Marthazon percebeu que queria raidar. Em dezembro de 2007 ainda na expansão The Burning Crusade o GM da guilda deixou de jogar, passando o comando para Marthazon, que a lidera até hoje.
Mas ela não é o membro de mais idade em sua guilda?
Seu marido, de 72 anos, também joga!
Ele não gosta dos compromissos com as raids, mas faz quests diárias com sua esposa e é considerado pelos outros membros como “O Rei da Auction House” (Casa de Leilões). Ele cuida, portanto, de todo o background que os raiders necessitam, providenciando o gold necessário para os reparos e demais ítens utilizados nas raids.
A guilda de Marthazon atualmente tem sua progressão em Ultraxion no modo 25-man, além de Spine of Deathwing e The Maelstrom no modo 10-man.
A Blizzard Entertainment lança Guia de Estratégia de World of Warcraft em Português
Para acompanhar a chegada da versão brasileira do World of Warcraft, a Blizzard Entertainment acaba de anunciar o lançamento de uma publicação especial, o Guia oficial de World of Warcraft: Cataclysm, uma edição ilustrada, totalmente em português, que contém todas as estratégias do jogo, dicas e táticas, tanto para os jogadores iniciantes ou inexperientes, quanto para aqueles que já possuem conhecimentos mais avançados sobre o jogo.
O Guia conta ainda com descrições e imagens dos mapas de todas as zonas do mundo de World of Warcraft em detalhes, além de páginas com conteúdo sobre as classes do jogo, combinações entre raças e classes, suas características, enfim, todas as informações necessárias sobre o jogo, atualizadas até sua última expansão – Cataclysm. O livro possui quase 500 páginas ilustradas, com imagens de alta qualidade e conteúdo para todos os níveis de jogo.
O Guia Oficial de World of Warcraft: Cataclysm, está sendo lançado pela editora Europa, em parceria com a Blizzard Entertainment, pelo preço de R$ 54,90 no site, já com um desconto especial para a compra através da pré-venda. A data para início das entregas aos compradores está prevista para o dia 15 de dezembro.
A tradução de World of Warcraft para português do Brasil entrará em funcionamento a partir do dia 6 de dezembro, data em que serão disponibilizados servidores exclusivos para os jogadores residentes no Brasil e queiram o jogo em português. A mensalidade para os brasileiros será cobrada em Reais e terá um valor reduzido – R$ 15 por mês. Os jogadores que desejarem migrar para os servidores brasileiros poderão realizar a transferência de forma gratuita a partir do lançamento, por um tempo determinado.
Guild Challenges (desafios para as guildas) será mais uma novidade no Patch 4.1
O site MMOChampion destacou os novos desafios para as guildas no Patch 4.1. Os Guild challenges já estão disponíveis no PTR, e parecem ser quests semanais para ajudar a subir a experiência da guilda, porém, os desafios também podem dar gold para o banco, provavelmente quando a guilda já tiver atingido o cap de experiência do dia.
Prevejo as guildas PvE se aventurando nos rated Battlegrounds e as guildas PvP raidando…
Pelos arquivos levantados, vão existir três tipos de ‘Guild Challenge’:
- “Guild Dungeon Challenge”;
- “Guild Raid Challenge”;
- “Guild Rated Battleground Challenge”;
Entre os desafios:
- “Completar qualquer dungeon heroic ou normal, com um grupo da guilda.”;
- “Matar qualquer boss de raid do Cataclysm com um grupo da guilda.”;
- “Ganhar um Rated Battleground com um grupo da guilda.”;
Frequência
- As quests de raid podem ser completadas somente uma vez por semana
- As quests de dungeon podem ser completadas até sete vezes por semana
- As quests de rated Battleground podem ser completadas até três vezes por semana
E as recompensas:
- “Cada guild challenge que a guilda completar, oferecerá gold, depositado diretamente no banco da guilda”;
- “Cada guild challenge que a guilda completar, oferecerá experiência para a guilda, além do dailly cap. Se sua guilda não atingiu o cap, essa experiência vai aumentar o cap diário”
Confira a entrevista de Fausto de Martini diretor de arte que trabalha no departamento de “cinematics” da Blizzard
Há mais de oito anos trabalhando nas cenas de animações de jogos da Blizzard, responsável por games como “Starcraft”, “World of Warcraft” e “Diablo”, o brasileiro Fausto de Martini se tornou referência na área ao lado de sua equipe na empresa. O paulistano que mora nos Estados Unidos e é diretor de arte da produtora foi um dos palestrantes do evento The Union, realizado na terça-feira (15) na cidade de São Paulo. Em entrevista ao G1, ele conta que gostaria de fazer um filme de curta-metragem baseado nos games da empresa e comenta sobre o futuro da tecnologia da animação em 3D, além de falar sobre os brasileiros na área. G1 – As animações inseridas dentro dos jogos da Blizzard são como se fossem filmes de curta-metragem. Já pensou em fazer um curta de animação baseado nos games? Fausto de Martini – O departamento de “cinematics” da Blizzard é o responsável pelo filme do jogo. Certamente nossa inspiração são os filmes de Hollywood. Sempre que sai um filme novo tentamos assistir, compro filmes e os uso como referência. Em relação a fazer curtas-metragens, o departamento adoraria fazer, mas nosso trabalho principal é servir aos jogos. Entretanto, não é algo que descartamos. Seria uma evolução muito bacana do nosso trabalho e eu adoraria fazer.
G1 – Quando você começou a trabalhar na criação de imagens gráficas em 3D, imaginou como seria sua função hoje?
Fausto de Martini – Não imaginei que um dia eu fosse usar o que gosto no meu trabalho. Sempre gostei de pensar como os mecanismos funcionariam [em uma animação], de pensar que uma dobradiça teria tal função [em um modelo 3D]. Hoje é algo muito legal. Não imaginei que pensar em todos esses detalhes poderia ser usado no trabalho. Quando comecei na área de publicidade no Brasil, não havia muito espaço para esse tipo de coisa. Alguns trabalhos até exigiam criatividade em alguns aspectos, mas era diferente. Trabalhar na Blizzard me deu mais espaço para trabalhar com essa minha paixão que é o funcionamento de peças e no de design de criaturas.
G1 – Quais são as novas tecnologias e tendências para deixar as animações em 3D mais reais?
Fausto de Martini – Acho que a tecnologia não para de evoluir. Vimos evolução muito grande em “Avatar” por conta de uma técnica desenvolvida por 4 anos pela equipe de James Cameron. As novas tecnologias já estão em desenvolvimento e [as animações] vão ficar cada vez mais realistas e emocionantes. O desafio ainda é fazer um ser humano em 3D extremamente realista. Essa é uma parte que ainda não chegou lá.
G1 – Já tentou fazer um ser humano em 3D neste nível?
Fausto de Martini – Já fiz algumas imagens de seres humanos com um certo nível de realismo, mas foram imagens estáticas. Vi personagens perfeitos parados, com pele, olho e cabelo realistas. O problema é quando há movimento, pois temos muitos músculos no rosto e todas as sutilezas de movimentos. Isso é facilmente reconhecido por outro ser humano. É tão natural para o cérebro que quando um 3D não chega lá [neste nível de realidade], começa a ficar esquisito. Várias empresas buscam imagem estilizada para fugir disso. A Pixar é um exemplo, apresentando seres humanos estilizados. Você foca no que o personagem é e no seu defeito.
G1 – Mas em “Starcraft II” os humanos são mais realistas do que estilizados.
Fausto de Martini – Eu ainda acho que os humanos de “Starcraft II” são mais estilizados. Tem cenas que chegam perto da realidade, mas não tivemos a intenção de fazê-los parecerem perfeitos. Existe a liberdade criativa que a Blizzard que permite criarmos um toque estilizado para conseguir uma distância do realismo. O filme que mais chegou perto desse nível de realismo foi “O Curioso Caso de Benjamin Button”. Em diversas cenas me impressionei. A vantagem é que, quando ele era “computação gráfica”, ele era velho, que apresenta diversos elementos de pele, com textura detalhada, o que ajuda a disfarçar. O problema é fazer sutilezas nestes modelos em 3D como as que existem nos rostos femininos.
G1 – Além da evolução técnica, tem a pesquisa por referências, como você faz essa pesquisa?
Fausto de Martini – Antes de começar um trabalho passo boa parte do tempo na internet pesquisando. Uso o Google, digito palavras-chaves e salvo várias imagens. Mas na busca por uma coisa, acabo encontrando outra. Salvo isso em pastas com coisas misturadas que passam de roupas, pedaços de tecido e peças de motor de carro, Isso me ajuda a ter referências para os projetos.
G1 – No evento The Union você falou para pessoas da área da publicidade. Tem acompanhado o trabalho da área que usa animações em 3D feito por brasileiros?
Fausto de Martini – Não tenho muito como acompanhar de longe, mas a computação gráfica brasileira em termos de publicidade sempre teve a alta qualidade de empresas norte-americanas. Quando atuava nesta área aqui [no Brasil, vi trabalhos muito bons. Mais empresas de fora buscam empresas brasileiras com este nível de qualidade. Existem muitos talentos no Brasil e muitos dos meus amigos que começaram aqui hoje estão nos Estados Unidos.
G1 – O Brasil está em evidência com a Copa do Mundo de 2014 e com as Olimpíadas de 2016. Você acha que isso influenciará os animadores norte-americanos?
Fausto de Martini – Tem o filme ‘Rio’. É interessante. Em termos de entretenimento não sei se vai ocorrer, mas em publicidade, sim. Os artistas acabam fazendo coisas de seu gosto pessoal. Se eu fizer um monstro, a opção é minha de pintá-lo de verde e amarelo. Pode ser que aconteça.





